Coronavírus: Como epidemias chegam ao fim? | Hospital Proncor

Um novo vírus que já infectou quase 10 mil pessoas em 23 países em 4 continentes é aparentemente menos letal do que aqueles por trás de outros surtos recentes.


Trata-se sem dúvida de uma boa notícia, mas isso representa um desafio maior para o controle do surto atual.


Isso porque um vírus "eficiente" não é aquele que mata seu hospedeiro rapidamente, mas aquele que é capaz de estabelecer uma relação de simbiose com o organismo infectado para continuar a se replicar e a ser transmitido.


Quando um vírus é introduzido em uma espécie, ele costuma causar doenças mais graves no início, mas depois passa por um processo de adaptação e se torna mais brando. Do ponto de vista evolucionário, ele precisa transmitir seus genes adiante. Não adianta matar todos os hospedeiros.


Vírus são organismos capazes de sofrer mutações, o que permite que eles saltem de uma espécie para a outra, como teria ocorrido com este coronavírus.


Esse tipo de micro-organismo é comumente encontrado em morcegos e costuma infectar outros animais antes de chegar às pessoas.


Mas essa característica também permite que se eles se tornem mais adaptados ao organismo humano e mais brandos, aumentando as chances de convivermos com eles.


Letalidade em queda

Na última quinta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a epidemia do novo coronavírus como uma situação de emergência de saúde pública de interesse internacional, ao anunciar que se trata de um "surto sem precedentes".


Até agora, houve mais de 300 mortes causadas pelo 2019-nCov, como é chamado oficialmente o vírus descoberto em dezembro, todas elas na China — exceto uma nas Filipinas. Mas o registro de casos de transmissão entre pessoas em outros países acendeu um alerta para a OMS.


"Não sabemos o tipo de dano que esse vírus pode causar se ele se espalhar em um país com um sistema de saúde mais frágil", disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.


Calcula-se que sua taxa de letalidade seja de cerca de 2%, bem abaixo dos índices de outros coronavírus que causaram os surtos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês), que matou 10% dos quase 8,1 mil infectados entre 2002 e 2003, e da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), de 2012, em que 35% dos quase 2,5 mil pacientes morreram.


Como uma epidemia chega ao fim?

Então, como é que um surto provocado por um vírus que "mata menos" e tenta se adaptar para ser mais facilmente transmitido chega ao fim? Há basicamente três formas, segundo especialistas.


A epidemia pode dizimar toda uma população, o que significaria um fracasso para um vírus, porque ele morre junto.


Um surto também pode acabar se as autoridades de saúde tomarem as medidas necessárias para impedir que haja contato entre pacientes infectados e pessoas saudáveis, evitando novos contágios.


A terceira forma de conter o surto seria com um processo de imunização do hospedeiro.


Quanto maior a circulação do vírus, mais pessoas adquirem anticorpos contra ele e ficam imunes, fazendo com que o vírus perca força.


A busca por uma vacina

Uma forma mais eficiente de gerar essa imunização e conseguir erradicar uma doença em seres humanos é ter uma vacina.


A dificuldade diante desta epidemia de coronavírus, em comparação com surtos de gripe, causados pela família de vírus influenza, é que já existiam vacinas para vírus influenza e bastava adaptá-las, mas ainda não há uma vacina para os coronavírus.


O desenvolvimento de uma vacina é um processo longo e demorado e que precisa passar por diferentes fases de estudos com animais e seres humanos para garantir que é segura e eficaz.


Por isso, é esperado ao menos por enquanto que o número total de casos confirmados continue a subir, porque a exposição de pessoas ao vírus progride em escala geométrica.


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