Quais medicamentos não tomar com suspeita de dengue? | Hospital Proncor

Confira, agora, quais são os medicamentos contraindicados em caso de suspeita de dengue. Esse cuidado é essencial para garantir a sua saúde, bem-estar e plena recuperação contra essa doença que pode, em alguns casos, ser fatal.


Salicilatos e salicilamida

O primeiro grupo de medicamentos contraindicados em casos de suspeita de dengue são os salicilatos. Fazem parte dessa classe fórmulas como o ácido acetilsalicílico e o ácido salicílico, responsáveis diretos pela redução da viscosidade sanguínea. Esses fármacos são muito utilizados para diminuir a capacidade de coagulação do sangue, especialmente em casos de problemas cardíacos. São extremamente perigosos em casos de dengue hemorrágica.


Com tantos nomes comerciais, até os profissionais de saúde podem se questionar se um medicamento tem ou não tais princípios ativos. Na dúvida, basta consultar a Anvisa para saber quais são os nomes comerciais dos medicamentos, mas alguns dos mais famosos incluem: AAS, aspirina, Engov, Coristina D, entre outros.


A dica que podemos oferecer é: sempre preste uma atenção extra à composição dos medicamentos que você pretende utilizar. Uma pesquisa rápida na internet pode fazer toda a diferença quando lidamos com esse tipo de questão, especialmente quando não conseguimos nos lembrar de tantos nomes de medicamentos diferentes.


Outros anti-inflamatórios não-hormonais (Aines)

Além desses, outros anti-inflamatórios também podem ser responsáveis por resultados adversos quando administrados em pacientes com dengue. Por conta disso, todo o cuidado é pouco.


Alguns nomes também devem ser evitados quando você pensar que pode estar com o vírus da dengue circulando em seu organismo: naproxeno, cetoprofeno, diclofenaco, piroxicam e ibuprofeno. Fique sempre atento e evite esses fármacos.


Paracetamol (em alguns casos)

Segundo a Anvisa, “o paracetamol é contraindicado para portadores de doenças hepáticas, imunossupressoras e AIDS. O vírus da dengue, especialmente a forma hemorrágica da doença, provoca necrose hepática podendo evoluir para falência do órgão.”


Por conta disso, é sempre necessário cautela na hora de se automedicar. Outro ponto fundamental é conhecer bem a própria saúde, a fim de saber se você se enquadra ou não nos fatores mencionados anteriormente.


Por isso, sempre busque o auxílio médico para realizar check-ups regulares e conferir se você sofre de algum problema crônico que possa, quem sabe, inviabilizar o uso de certas medicações em vários momentos de sua vida.


Corticoides

Vários estudos com corticoides não foram eficazes ou foram inconclusivos contra a dengue. Portanto, a recomendação atual é não tomar medicamentos à base de corticoides em suspeitas de dengue.



Além disso, é sempre preciso ter muito cuidado quando lidamos com corticoides no geral. Pessoas com problemas renais, como a insuficiência, por exemplo, devem ter um cuidado extra ao tomar esse tipo de medicação, que só pode ser prescrita por um médico por ser metabolizada quase que totalmente pelos rins.


Sendo assim, mais uma vez, o autoconhecimento sobre a própria saúde é algo essencial e, claro, os riscos da automedicação não se resumem apenas aos indivíduos que podem ou não ter dengue. Esse é um assunto que precisa ser discutido em amplitudes gerais.


Quais são as consequências da automedicação nos casos de dengue?

Tomar remédios por conta própria é sempre uma atitude que envolve riscos. Afinal, não sabemos como aquele fármaco pode interagir com outros medicamentos que utilizamos ou se temos, por exemplo, um problema de saúde desconhecido que pode ser agravado por aquela substância.


No caso da dengue, no entanto, esse problema se torna ainda mais evidente graças ao próprio ciclo da doença. Eles podem, por exemplo, atuar na coagulação sanguínea, tornando o plasma ainda mais aquoso e aumentando o risco de hemorragias (dengue hemorrágica).


Quais são os principais sintomas da dengue?

  • febre alta;

  • dores pelo corpo;

  • dores nas articulações;

  • dores de cabeça, especialmente ao mexer os olhos;

  • vômitos e enjoos;

  • coceira pelo corpo;

  • manchas vermelhas na pele;

  • vermelhidão e irritação ocular.


Esses sintomas se parecem bastante com os de outras doenças, não é mesmo? Falaremos mais disso a seguir.


Quais são os sintomas que podem ser confundidos com os da dengue?

Especialmente nas crianças, os sintomas podem ser confundidos com sarampo, rubéola e gripe, principalmente fortes dores de cabeça, febre alta por vários dias, indisposição e dores musculares. Manchas pelo corpo confundem o sarampo com dengue hemorrágica.


Portanto, o farmacêutico deverá encaminhar o paciente ao médico para que a suspeita de dengue seja confirmada e os medicamentos sejam prescritos. Isso garantirá o tratamento adequado, especialmente nos casos de dengue hemorrágica.


É importante que o farmacêutico oriente o paciente a falar, obrigatoriamente, ao médico que está tomando medicações para aliviar o sintoma. Se possível, escrever no receituário a medicação usada para o paciente entregar ao médico.


O que fazer em casos de suspeita de dengue?


Por conta dessas semelhanças com várias outras doenças, nem sempre é fácil identificarmos que estamos com dengue. Por isso, a recomendação é sempre a mesma: não se automedique quando se ver diante de algo que parece uma simples gripe. Caso seja necessário, vá direto a um pronto socorro ou pronto atendimento e informe que você pode estar com dengue. Os profissionais farão exames para confirmar ou descartar o problema e, a partir daí, você poderá ter o tratamento adequado e seguro para o seu caso.


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